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Adidas vai transformar plástico dos oceanos em 11 milhões de sapatilhas

por Mäyjo, em 01.04.19
A marca começou a fabricar modelos com este tipo de material em 2017 mas agora pretende duplicar a produção.
Desde 2017 que vende sapatilhas com plástico reciclado.

Desde 2017 que a Adidas se virou para a moda sustentável com a criação de modelos de sapatilhas feitos a partir de plástico com origem nos oceanos. Esta semana, a marca alemã anunciou que quer duplicar essa produção e tem a meta de conseguir 11 milhões de pares durante 2019.

Segundo o “Diário de Notícias”, Eric Liedtke, membro do conselho executivo da Adidas, revelou que esta é uma medida que vai de encontro aos consumidores que se mostram mais preocupados com as questões ambientais e com o que compram.

Nos últimos dois anos, a Adidas vendeu seis milhões de sapatilhas produzidas a partir de plástico. Desde 2016 que a marca trabalha em colaboração com a Parley for the Oceans, uma organização ambientalista não governamental e sem fins lucrativos.

Há mesmo uma linha da marca criada com este movimento. Aqui encontra T-shirts a partir de 24,95€, fatos de banho desde 34,95€ ou sapatilhas a partir de 111,95€.

Outro dos objetivos é que até 2024 todo o plástico usado nos seus produtos provenha da reciclagem. Cada sapatilha chega a precisar de, por exemplo, 11 garrafas para estar concluída.

Atualmente, a Adidas tem mais de 800 sapatilhas a partir de 27,48€.

 

Via: nit.pt

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publicado às 10:50

A Hora do Planeta

por Mäyjo, em 28.03.19

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A Hora do Planeta, evento histórico da WWF, é um movimento global que une milhões de pessoas em todo o mundo para mostrarem o seu compromisso com o planeta.
 
Dia 30 de março das 20:30 às 21:30, apaga a luz e liga-te ao planeta.
Tens muitas razões para o fazer!
 
Junta-te ao evento oficial que decorre em Lisboa.
Este ano vai haver uma Pedalada e uma Caminhada entre a Torre de Belém e o Terreiro do Paço.
Sabe mais informações no site www.horadoplaneta.pt
 
COMO PODES PARTICIPAR?
 

Apaga: No dia 30 de Março, entre as 20:30 e as 21.30, apaga as luzes da tua casa.

Divulga: Dá força a esta campanha e divulga o evento nas redes sociais.

Muda: A Hora do Planeta é só um começo há pequenos gestos no dia-a-dia que farão muito pelo Planeta.

 

 

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publicado às 15:53

Um dos glaciares mais importantes do mundo voltou a crescer...

por Mäyjo, em 27.03.19
Um dos glaciares mais importantes do mundo voltou a crescer... mas não é boa notícia.
Em 2015, o Jakobshavn da Gronelândia perdeu um bloco do tamanho de Manhattan. Agora está a espessar mas será temporário.
Estudo da NASA mostrou inversão temporária.

Há pouco menos de quatro anos, um dos maiores glaciares do mundo, considerado um estandarte do aquecimento global pela sua rápida e assustadora diminuição nas últimas décadas, era notícia por ter perdido em menos de dois dias uma área de gelo do tamanho de Manhattan, Nova Iorque.

A realidade era, e continua a ser, tão assustadora como a sua origem, com vários estudos a provar estar este fenómeno de perda de massas de gelo diretamente relacionado com o aquecimento global e a subida das temperaturas do oceano.

 

No entanto, no dia 25 de março, o mesmo glaciar é notícia, diretamente da NASA, pelos motivos opostos: por ter desacelerado a sua perde de massa. E, mais surpreendente ainda: ter crescido ligeiramente.

Na informação agora partilhada pela Missão Oceans Melting Greenland (OMG) — uma equipa especial que usa navios e aviões para medir como as temperaturas oceânicas afetam as vastas extensões geladas da Gronelândia —, o glaciar Jakobshavn, conhecido na região como Sermeq Kujalle, no lado ocidental central do país, trouxe notícias desconcertantes.

No seu mais recente estudo, o grupo descobriu que, entre 2016 e 2017, a geleira de Jakobshavn cresceu ligeiramente e a taxa de perda de massa desacelerou. As causas para as boas notícias também parecem ser moderadamente positivas: os especialistas atribuem o recente espessamento a um arrefecimento temporário das temperaturas oceânicas na região.

Para se entender a importância deste glaciar, diz a NASA que desde 2000 a Gronelândia perdeu cerca de 730 gigatoneladas de gelo e aproximadamente 30 por cento dessa perda veio do Jakobshavn e de quatro outras geleiras. 

A perda, juntamente com o derretimento da superfície, fez com que a camada de gelo da Gronelândia começasse a perder mais gelo do que aquele que ganha. O Jakobshavn, sozinho, já contribuiu com um milímetro para o aumento do nível do mar entre 2000 e 2011.

Em 2012, o glaciar estava a recuar e perdia quase 40 metros por ano. Mas começou a crescer novamente na mesma proporção nos últimos dois anos. Os cientistas são, no entanto, cautelosos em celebrar e não duvidam que é um facto temporário.

“Foi uma surpresa. Nós habituámo-nos a assistir a um um sistema descontrolado”, disse o pesquisador geológico da Dinamarca e especialista em clima e gelo da Gronelândia, Jason Box, citado pela “ABC News“, dos EUA.

“A boa notícia é que é um lembrete de que [o degelo] não está necessariamente a avançar tão rapidamente como se poderia pensar. Mas ele está a avançar.”

O Jakobshavn.
 

Os seus colegas consideram que as boas notícias, se é que assim se podem chamar, acabam aqui. Defendem que tudo se deve provavelmente a um resfriamento cíclico e natural das águas do Atlântico Norte.

Ala Khazendar, um glaciologista da NASA no projeto Oceans Melting Greenland e um dos autores do documento sobre o aumento do glaciar, garante que tudo isto coincide com o surgimento da Oscilação do Atlântico Norte, um resfriamento temporário de partes do oceano — como um primo distante do El Niño no Pacífico.

“Pense nas temperaturas oceânicas perto da Gronelândia como uma escada rolante que está a subir lentamente, a escada do aquecimento global. Mas a natural oscilação do Atlântico Norte às vezes é como saltar alguns degraus. A água pode ficar mais fria e ter efeitos, mas a longo prazo está a ficar mais quente e o derretimento será pior”, explicou.

À ABC, um outro cientista da Universidade de Washington, Ian Joughin, disse que previu esta mudança há sete anos. E frisou que seria um “grave erro” interpretar estes dados como contraditórios às mudanças climáticas.

O que está a acontecer, explicou, é “em grande parte, uma desaceleração temporária. As desacelerações ocorrem no mercado de ações, mesmo quando estão a subir. É exatamente a mesma coisa”.

Texto de: Patrícia Naves, via nit.pt

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publicado às 15:35

Todos os anos, cada um de nós, descarta 10 kilos de roupa

por Mäyjo, em 07.03.19

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Uma T-shirt pesa 150 gramas e sua produção consumiu cerca de 2000 litros de água, emitiu tanto COcomo um carro que percorreu uma distância de 40 km e ainda levou o uso de pesticidas e outros produtos químicos em cima. E uma pessoa, em média, na terra descarta o equivalente a 70 camisetas todos os anos.

Devemos lavar apenas a roupa metade das vezes e deixar as roupas viverem o dobro do tempo.

E para fazer isso, temos que pensar em maneiras de deixar a roupa fresca por mais tempo. A empresa sueca Polygiene, encontrou uma solução: tratar os têxteis para que as bactérias não se reproduzam no vestuário. Basicamente, as roupas mantêm-se tão limpas quanto estavam quando você as coloca - então a lavagem torna-se mais uma questão de remover manchas e coisas assim. Mas vemos que quando o mau cheiro está fora da equação, a necessidade de lavar diminui drasticamente.

E, claro, as roupas que não são lavadas muitas vezes mantêm as cores e, em outros aspetos, mantêm-se novas por mais tempo. O mercado de roupa em segunda mão também está cada vez mais presente no dia-a-dia, pelo menos para algumas pessoas que querem fazê-lo…

Precisamos de mudanças drásticas. Essa é a nossa contribuição.

 

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publicado às 15:31

"Estais a roubar-nos o futuro"

por Mäyjo, em 19.12.18
«O meu nome é Greta Thunberg, tenho 15 anos e sou da Suécia. Falo em nome da Climate Justice Now.
 
Muitas pessoas dizem que a Suécia é apenas um país pequeno e não importa o que fazemos. Mas aprendi que nunca somos pequenos demais para fazer a diferença. E se algumas crianças puderam obter manchetes em todo o mundo apenas por não irem à escola, imaginem o que todos nós poderíamos fazer juntos se realmente quiséssemos.
 
Mas para fazer isso, temos que falar claramente, não importa o quão desconfortável isso possa ser. Vós só falais de crescimento económico verde eterno porque estais com muito medo de ser impopulares. Vós só falais em seguir em frente com as mesmas más ideias que nos meteram nesta confusão, mesmo quando a única coisa sensata a fazer é puxar o travão de emergência. Vós não tendes maturidade suficiente para assumir como as coisas estão realmente. Até esse fardo vós deixais para nós, crianças.
 
Mas eu não me importo de ser popular ou não. Eu preocupo-me com a justiça climática e com o planeta vivo. A nossa civilização está a ser sacrificada para que um número muito reduzido de pessoas continuem a ganhar enormes quantias de dinheiro. A nossa biosfera está a ser sacrificada para que pessoas ricas em países como o meu possam viver em luxo. São os sofrimentos de muitos que pagam pelos luxos de poucos.
 
No ano de 2078, celebrarei meu 75º aniversário. Se eu tiver filhos, talvez eles passem esse dia comigo. Talvez eles me perguntem sobre vós. Talvez eles perguntem por que vós não fizestes nada enquanto ainda havia tempo para agir. Vós dizeis que amais vossos filhos acima de tudo, e mesmo assim estais a roubar o futuro deles diante de seus próprios olhos.
 
Até vós começardes a focar-vos no que precisa ser feito e não no que é politicamente possível, não há esperança. Não podemos resolver uma crise sem tratá-la como uma crise. Precisamos de manter os combustíveis fósseis no solo e precisamos de nos concentrar na equidade. E se as soluções dentro do sistema são impossíveis de encontrar, então talvez devêssemos mudar o sistema.

 

Nós não viemos aqui para pedir aos líderes mundiais que se importem. Vós ignoraste-nos no passado e voltareis a ignorar-nos. Já não há desculpas e estamos a ficar sem tempo. Nós viemos aqui para que fiqueis a saber que a mudança está a chegar, quer gosteis ou não. O poder real pertence ao povo.  Obrigada. »


Este foi o discurso lúcido e corajoso da jovem  Greta Thunberg na COP 24, em Katwice, Polónia, no dia 12 de dezembro de 2018.  (tradução livre)

Nada a acrescentar!
 

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publicado às 08:47

Exposição ambiental a tóxicos pode desencadear demência

por Mäyjo, em 02.03.18

Pode haver uma relação directa entre a exposição a produtos tóxicos e o desenvolvimento de estados de demência como a doença de Alzheimer. O alerta é lançado por uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro, que liderou um estudo pioneiro agora divulgado.

 

Segundo os responsáveis da investigação, quanto maior for a presença de elementos potencialmente tóxicos no organismo pior será o desempenho cognitivo. Realizado com um grupo de idosos de Estarreja, o trabalho da UA vai mais longe: os participantes com demência foram mesmo os que tinham no organismo valores mais elevados de alguns metais, como o alumínio e o cádmio.

Coordenado pelas investigadoras Marina Cabral Pinto e Paula Marinho Reis, da unidade de investigação Geobiociências, Geoengenharias e Geotecnologias (GeoBioTec) da UA, a investigação pretendeu esclarecer o nível de impacto que a exposição ambiental a elementos potencialmente tóxicos tem no desempenho cognitivo. Para tal, foi escolhido um grupo de mais de 100 adultos e idosos, com uma idade superior a 55 anos, e residentes permanentes em Estarreja, uma cidade inserida numa área industrializada.

Alumínio, cádmio, cobre, chumbo, zinco e mercúrio foram alguns dos elementos químicos que as investigadoras analisaram na urina, sangue e cabelo dos cem participantes no estudo e aos quais foram realizados vários testes cognitivos.

Os resultados revelaram que os participantes com pior desempenho cognitivo, equivalente a um estado de demência, apresentavam valores mais elevados de alguns elementos potencialmente tóxicos. “Para já esta é uma relação que resulta apenas dos modelos estatísticos obtidos e é necessário garantir que não se trata de um resultado fortuito”, afirmou a investigadora Marina Cabral Pinto.

O que provoca então a demência? Apesar do vasto investimento científico e dos muitos progressos conseguidos pela comunidade científica, a demência continua sem ter um tratamento curativo e as causas deste declínio cognitivo não são totalmente conhecidas. Factores como a idade e aa exposição ambiental a elementos potencialmente tóxicos “têm sido sugeridos como estando associados ao aumento de risco de desenvolvimento de demência e da doença de Alzheimer durante o envelhecimento”.

Para já este estudo vai avançar para novas paragens, com a equipa de investigação a estabelecer uma parceria com a Universidade de Cabo Verde.  “A realização do projecto em Cabo Verde vai ser muito importante, pois temos ilhas com maior potencial de exposição, como a ilha de Santiago, mas temos outras em que não há fontes de poluição conhecidas, como a ilha do Maio, por exemplo”, antecipa Marina Cabral Pinto. Será “muito interessante, verificar se há ou não diferenças no desempenho cognitivo dos idosos em ambientes tão diferentes”.

“Acreditamos que uma nova plataforma de dados que combine dados geoquímicos, epidemiológicos, sociológicos, neurológicos e neuropsicológicos possa melhorar a nossa compreensão da relação entre a exposição ambiental e os factores promotores do declínio cognitivo”, concluem as investigadoras.

Foto: via Creative Commons 

Fonte: Greensavers

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publicado às 06:51

Ambientalitas organizam limpeza de praia no próximo fim de semana

por Mäyjo, em 05.12.17

No próximo dia 9 de Dezembro, a associação ambientalista Quercus irá organizar uma limpeza na Praia do Inatel em Albufeira com a colaboração da Straw Patrol e a Pata Ativa – Associação de Defesa dos Animais e da Natureza de Albufeira. Proteger, conservar e respeitar a vida marinha e as nossas praias são as palavras chave desta iniciativa, que decorrerá entre as 11 e as 13 horas.

 

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14 (ODS 14) das Nações Unidas visa proteger a vida marinha e tem como propósito “prevenir e reduzir significativamente a poluição marítima de todos os tipos, especialmente a que advém de actividades terrestres, incluindo detritos marinhos e a poluição por nutrientes, até 2025.”

 

Via Green Savers

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publicado às 06:15

PILHAS A MAIS AÍ POR CASA? ELAS PODEM AJUDAR A EQUIPAR O IPO

por Mäyjo, em 23.11.17

Tem pilhas e baterias usadas em casa? A Ecopilhas tem o destino adequado para que possa contribuir para preservar o ambiente ao mesmo tempo que ajuda o Instituto Português de Oncologia (IPO). Pelo 9º ano consecutivo, a Ecopilhas, entidade que desde 2002 tem como missão a gestão de um sistema integrado de pilhas e acumuladores usados, lança um peditório nacional de recolha deste tipo de resíduos, que decorrerá até 31 de Dezembro.

 

Para contribuir para esta campanha de solidariedade, basta colocar as pilhas e baterias que já não funcionam e que foram anteriormente usadas em brinquedos, telecomandos, computadores portáteis, telemóveis, relógios entre outros aparelhos, num dos mais de 20.000 Pilhões existentes em todo o País ou junto dos parceiros aderentes da campanha: lojas da MultiOpticas, lojas do Meu Super ou sucursais do Millennium BCP.

 O apresentador José Carlos Malato junta-se uma vez mais a esta iniciativa, sendo o rosto da campanha de sensibilização para a recolha de pilhas e baterias usadas a favor do IPO de Lisboa. É com muito gosto que nos últimos anos me tenho associado a esta campanha da Ecopilhas que, para além do cariz solidário, permite contribuir para um ambiente melhor”, refere José Carlos Malato, embaixador da campanha.

Ao entregar as pilhas e baterias usadas, estará a contribuir para ajudar o IPO de Lisboa na aquisição de um equipamento cirúrgico para o bloco operatório.

Eurico Cordeiro, Diretor Geral da Ecopilhas, deixa um apelo à participação massiva no 9º Peditório: “Basta um pequeno gesto para fazer a diferença. Por isso, contamos com a ajuda de todos para contribuir para o sucesso desta campanha e aumentar a reciclagem de pilhas e baterias, muitas das quais contêm metais pesados, muito perigosos para o ambiente, pelo que é fundamental dar-lhes um destino adequado”.

Desde 2009, ano em que teve início o primeiro Peditório de Pilhas e Baterias a favor da luta contra o cancro, a Ecopilhas recolheu mais de 32,3 milhões de Pilhas e Baterias usadas, o que tem permitido a doação anual de um aparelho de tratamento ou diagnóstico ao IPO de Lisboa.

Foto: Anna Almeida / flickr 

 

Via: Greensavers

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publicado às 07:49

Tempestade poderá afetar 37 milhões de pessoas

por Mäyjo, em 08.09.17

Irma

O Irma tornou-se um dos furacões mais fortes do Atlântico já registados. Os ventos monstruosos da tempestade da categoria 5 atingem velocidades na ordem dos 295 km / h (185 mph).

 

De acordo com Phil Klotzbach, especialista em furacões da Colorado State University, citado pelo site Live Science, só quatro outras tempestades do Atlântico foram conhecidas por alcançar tal força: a “Labor Day Storm”, em 1935; Allen, em 1980; Gilbert, em 1988; e Wilma em 2005. A lista é pequena porque, para atingir essa intensidade, “tudo tem que ser perfeito”, disse Brian McNoldy, investigador da Universidade de Miami.

Entretanto, perante a força do Irma, e a trajetória esperada, as Nações Unidas estimam que cerca de 37 milhões de pessoas sejam afectadas por este furacão de categoria máxima.

Uma equipa humanitária já foi enviada para a ilha de Barbados para trabalhar com a Agência Caribenha de Gestão de Desastres e Emergências (CDEMA), anunciou o porta-voz da ONU, Stephane Dujarric. Outras equipas estão de prevenção para serem enviadas para o terreno.

No Haiti, equipas humanitárias também já estão na região norte da ilha, que, calcula-se, será atingida mais severamente. Além disso, vários membros dos “capacetes azuis” da missão de paz no país, conhecida como MINUSTAH, estão a postos para ajudar a Polícia Nacional do Haiti.

“Embora ainda seja cedo para conhecer o impacto total que a Irma terá na região, as principais preocupações do centro da UNICEF dizem respeito ao fornecimento de água potável e alimentos e a saúde e protecção de crianças e adolescentes”, disse a agência da ONU em comunicado. O escritório da UNICEF na região activou seus protocolos de emergência e está a trabalhar com funcionários do governo em Antígua e Barbuda, Dominica, St. Maarten, São Cristóvão e Nevis, as Ilhas Virgens, bem como a República Dominicana, Haiti e Cuba.
 
Foto: Creative Commons

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publicado às 09:26

As inundações do furacão Harvey

por Mäyjo, em 07.09.17

As inundações devastadoras provocadas pelo furacão Harvey em Houston, Texas, EUA, são visiveis nas imagens em baixo.

Com estas imagens antes e depois, pode-se ver as inundações que ocorreram no rio San Jacinto, a leste da cidade. Ao longo de um período de quatro dias na semana passada, muitas áreas de Houston receberam mais de 1.000 mm de chuva, causando inundações torrenciais que inundaram centenas de milhares de lares, deslocaram mais de 30 mil pessoas e obrigaram a mais de 17 mil resgates.

 

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Foto de dia 13 / 05 / 2017

Houston_2_-_LR.jpg

Foto de dia 30 / 08 / 2017

 

 

 

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publicado às 06:13


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